Bom dia, tudo bem?
Estou intercalando algumas sugestões de postagens ( que pediram na fan page) com outros assuntos, e esse foi um dos que foram pedidos na fan page.
Não sou profissional da área, apenas uma pessoa que busca melhorar a qualidade de vida, e dar dicas e incentivo para quem deseja o mesmo, dei uma pesquisada sobre o assunto e eis abaixo um pouco falando sobre o que é, e a importância da atividade física em seu tratamento.
O que é depressão
Todo mundo uma vez ou outra na vida se sente deprimido ou triste. É uma reação natural à perda, aos desafios da vida e à baixa auto-estima. Mas, às vezes, o sentimento de tristeza se torna intenso, dura longos períodos e retira a pessoa da vida normal. A depressão é o mais comum dos transtornos mentais, mas é uma doença tratável. Os tipos de depressão são: clássica, distimia, transtorno bipolar e sazonal.
Reconhecer a depressão é freqüentemente o maior obstáculo para diagnosticar e tratar a depressão. Infelizmente, aproximadamente metade das pessoas que passa pela depressão nunca tem a doença diagnosticada ou tratada. E isso pode ser uma ameaça: mais de 10% das pessoas que têm depressão se suicidam. Aqui estão alguns sinais aos quais você deve ficar atento:
Tristeza
Perda de interesse por coisas que antes você gostava
Falta de energia Dificuldade de concentração
Dificuldade de tomar decisões
Insônia ou sono em excesso
Problemas no estômago ou na digestão
Sentimento de desesperança
Problemas sexuais, como a falta de interesse
Dores
Mudança no apetite, levando ao ganho ou à perda de peso
Pensamentos de morte, suicídio e auto-mutilação
Tentativa de suicídio
Como a depressão é diagnosticada?
O diagnóstico da depressão começa com um exame físico. Há algumas viroses, remédios e doenças que podem causar sintomas parecidos com os da depressão. O médico irá querer saber quando os sintomas começaram, quanto eles estão durando e o quão severos são. Também irá querer saber se você já sentiu algo parecido antes e qual foi o tratamento. O histórico familiar também é importante, assim como o uso de drogas e álcool.
Embora não exista nenhum exame para diagnosticar a depressão, há algumas características que podem levar ao diagnóstico apropriado. Se uma doença física for descartada, seu médico deverá considerar lhe encaminhar para um psicólogo ou para um psiquiatra. Eles vão determinar qual é o melhor tratamento para seu caso: psicoterapia ou remédio ou a combinação de ambos.
Atividades ajudam pacientes que não respondem satisfatoriamente à medicação e substitui a introdução de novas drogas, por atividade física, durante o tratamento da doença.
Pesquisadores do do Centro Médico UT Southwestern, nos Estados Unidos, fizeram um estudo e de acordo com a pesquisa, publicada no periódico especializado Journal of Clinical Psychiatry, a atividade física pode funcionar como um segundo medicamento aos pacientes que não respondem satisfatoriamente à primeira medicação aplicada após o início do tratamento.
Segundo os cientistas responsáveis pela pesquisa, tanto os exercícios leves como os moderados, se feitos diariamente, funcionam tão bem quanto a inclusão de uma nova droga ao tratamento. O tipo e o nível do exercício a ser incluso da terapia, no entanto, dependem das características de cada paciente – incluindo até mesmo o sexo. “Muitos pacientes que começam a tomar antidepressivos se sentem melhor após o início do tratamento, mas não tão bem quanto antes do começo da depressão”, diz Madhukar Trivedi, professor de psiquiatria e coordenador da pesquisa. De acordo com o especialista, o estudo conseguiu mostrar que inserir a prática rotineira do exercício físico pode ser tão efetivo quanto incluir uma segunda medicação à terapia. “Parte dos pacientes prefere a atividade física, porque o exercício pode ainda fornecer um efeito positivo à saúde global dela.”
Levantamento – Os pesquisadores analisaram voluntários com diagnóstico de depressão que tinham entre 18 e 70 anos. Todos não haviam respondido bem à primeira medicação. Eles foram, então, divididos em dois grupos e receberam níveis diferentes de atividade física durante 12 semanas. As sessões eram supervisionadas por profissionais capacitados e acrescidas de atividades também em casa.
Os participantes se exercitaram em esteiras, bicicletas ergométricas ou em ambos e mantiveram um diário on-line com frequência e duração das sessões. Eles usaram ainda um monitor cardíaco enquanto se exercitavam em casa e mantinham consultas frequentes com psiquiatras durante a pesquisa.
Ao fim da investigação, cerca de 30% dos pacientes em ambos os grupos atingiram uma remissão completa da depressão e outros 20% tiveram uma melhora significativa. Os exercícios moderados foram mais eficazes para mulheres com um histórico familiar de doença mental, enquanto o exercício intenso foi mais eficaz para mulheres que não tinham histórico de depressão na família.
Para os homens, as atividades mais intensas foram mais eficazes, independente do histórico familiar. “Esse é um resultado importante, porque descobrimos que o tipo de exercício necessário depende de características específicas do paciente, isso significa que o tratamento precisa ser adaptados para cada paciente”, diz Trivedi.
Se você conhece alguém, nessa situação, fale pra essa pessoa conversar com o seu médico sobre isso, e se o mesmo indica algum tipo e de atividade física, em minha opinião não á restrição a uma caminhada ou algo mais leve, por conta da liberação de endorfina, serotonina e dopamina, essas substâncias que liberam sensação de bem estar, e auxiliam a redução do estresse e ansiedade, em exercícios moderados com duração de 20 a 30 minutos e se praticado de 3 a 4 vezes por semana já pode ser o suficiente para uma melhora, e se o exercício físico for realizado acompanhado de um amigo - com mesmo nível de condicionamento físico, pode ser ainda melhor, uma vez que a interação social ajuda na melhora da depressão. Assim, a melhora da saúde, da aparência física e a auto-imagem positiva levam a um melhor controle sobre suas atitudes e seu corpo. Isto pode fazer com que você se sinta mais confiante e seguro em outras áreas de sua vida aumentando sua autoestima, o que faz você mais feliz.
Fontes: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/1525-o-que-e-depressao, http://veja.abril.com.br/noticia/saude/exercicio-fisico-pode-substituir-segunda-medicacao-em-pacientes-com-depressao, http://www2.uol.com.br/vyaestelar/atividade_fisica_antidepressivos.htm..

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